Sobre mim


Minha missão é ajudar você a resgatar a saúde da sua criança, criando condições para que ela alcance todo o seu potencial e desenvolva-se adequadamente nos aspectos físico, cognitivo e socioemocional.
Eu ajudo a curar, mas principalmente eu busco agir de forma preventiva, cuidando da criança como um todo, me empenhando ao máximo em oferecer o meu melhor!
Eu sou apaixonada pela Nefrologia Infantil e dedico grande parte do meu tempo para aprimorar meus conhecimentos sobre os rins e bexiga, órgãos fundamentais para o nosso equilíbrio e saúde!

Pediatra formada pela Santa Casa do Pará e Sociedade Brasileira de Pediatria

Nefrologista Infantil pelo Hospital Infantil Albert Sabin (CE) e Estágio Avançado em Nefrologia Infantil pela Escola Paulista de Medicina (SP)

Mestre em Ensino em Saúde e Educação Médica pelo Centro Universitário do Pará ( CESUPA)

Tratamentos

A infecção urinária é uma das patologias mais comuns durante a infância. Nos primeiros anos de vida costuma acometer mais meninos do que meninas, porém esta proporção se inverte após os dois anos. Nos lactentes, a infecção urinária pode se manifestar como uma dificuldade para mamar, para ganhar peso ou crescer. As crianças maiores relatam dor e ardor ao urinar, febre, dor abdominal ou nas costas. É importante efetuar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para que a bactéria causadora da infecção não atinja os rins, formando cicatrizes que podem levar à perda de função destes órgãos.

A presença de inchaço generalizado ( edema ) e urina espumosa são as principais queixas dos pacientes com Síndrome Nefrótica. Esta condição costuma atingir crianças na faixa etária de 1 aos 8 anos de idade, independente do sexo. O diagnóstico costuma ser feito após o exame físico e exames de laboratório, que apontam perda excessiva de proteínas na urina, colesterol e triglicerídeos elevados, albumina baixa no sangue. O tratamento envolve o uso de medicamentos e modificações na alimentação da família, podendo ser realizado em domicílio ou hospitalar, em casos de complicações.

A presença de inchaço, urina avermelhada e pressão arterial elevada, são as principais características das crianças com Síndrome Nefrítica. Esta condição é frequentemente causada por uma bactéria .Nos quadros leves, o tratamento pode ser realizado em domicílio, com redução do consumo de líquidos e sal, diuréticos e antibióticos. Porém os casos mais graves costumam requerer internação hospitalar devido ao risco de complicações.

Crianças também podem formar cálculos renais! Infelizmente, a maioria dos pais só descobrem que seus filhos apresentam pedra nos rins quando eles desenvolvem a cólica renal ! Esta situação ocorre quando as pedras estão sendo eliminadas e o processo de descida causa dor súbita e intensa nas costas e abdome, acompanhadas ou não de vômitos ou diarreia e sangramento na urina.É fundamental identificar os fatores que levam à formação das pedras para que se possa agir preventivamente, evitando novas crises de dor e até mesmo a lesão e prejuízo no funcionamento dos rins.

A presença de dilatação dos rins é conhecida como Hidronefrose. Costuma ser decorrente de um processo obstrutivo das vias urinárias da criança e pode se desenvolver desde o período fetal, sendo detectada ainda no período gestacional, através da realização do ultrassom obstétrico..Na maioria das vezes, a hidronefrose não provoca sintomas, mas é importante identificar a causa da dilatação, avaliar o funcionamento dos rins e a necessidade de correção cirúrgica ou não, antes que ocorra prejuízo para os rins.

O achado de cistos renais é motivo frequente de consultas com nefrologistas! A doença cística renal pode ser de origem hereditária ou não e acometer um ou os dois rins. É importante considerar a história familiar e os achados de pré natal, pois muitas alterações císticas podem ser vistas pelo ultrassom obstétrico, necessitando de avaliação e investigação detalhada nos primeiros meses de vida.O achado de cistos simples pequenos costuma ser acidental, pois não costumam causar dores, porém em todo caso, o paciente precisa ser avaliado pelo especialista.

Criança também pode sofrer de pressão alta! Na maioria das vezes a hipertensão arterial em crianças tem como causa outras doenças de base, sejam elas renais, cardíacas ou endócrinas. É fundamental fazer o diagnóstico durante as consultas, através da medida de pressão arterial, seguida da confirmação por outros exames específicos. Na maioria das vezes a hipertensão é silenciosa e somente a medida irá conseguir detectar a alteração! Crianças com história de prematuridade, sangue ou proteína na urina, obesidade, edemas, malformações do aparelho urinário apresentam maior risco!

Crianças podem apresentar problemas no aparelho urinário associados a doenças intestinais. Situações como incontinência urinária ou infecções urinárias acompanhadas de quadros de constipação intestinal são chamadas de Disfunção Bexiga- Intestino. É um problema comum na prática pediátrica, porém chama a atenção pelo risco de desenvolvimento de infecções urinárias, refluxo vesico ureteral, cicatrizes renais e hipertensão arterial. É preciso a detecção precoce e a instituição das medidas adequadas para que se evitem as complicações.

A elevação persistente, por mais de 3 meses, dos níveis de uréia e creatinina no sangue das crianças, costuma ser o indicativo mais comum de Doença Renal Crônica ( DRC). Esta condição precisa ser acompanhada pelo nefropediatra, pois a perda de função do rim é o que causa a retenção das toxinas no corpo, provocando sérios prejuízos para o desenvolvimento da criança. Retardo no crescimento, baixo peso, deformidades ósseas, fragilidade dentárias, anemia, hipertensão arterial , aumento nos níveis de fósforo são algumas das alterações mais comuns.

Depoimentos

BLOG

Artigos, dicas e curiosidades

BÔNUS

Materiais de apoio para os pais

Em breve novidades!

CONTATO

Envie sua dúvida

    Visite-nos


    ×